Novas Gostosuras

Esse mês, fiz alguns pães, bolos e biscoitos e quero compartilhar com vocês:

 

Bolo de Abóbora com Banana da Terra. Receita originária da Libéria que tirei do livro A Worls of Cake, que escrevi há alguns posts. A massa, que leva açúcar mascavo, noz moscado, gengibre, cravo, canela e abóbora (claro!), fica super macia e com um gostinho bom de abóbora! A banana da terra vem para decorar e complementar o sabor.

 

As camadas do Bolo do Papai

Bolo do Papai. Criado em homenagem a meu pai, que é fã de carteirinha de coco, esse bolo é feito com várias camadas de bolo de rolo e recheio de creme de coco. Em cima leva manjar dos deuses e, nas laterais, biscoito de coco. Tudo de bom!

Bolo diet de Chocolate

 

Bolo Diet de Chocolate. Para quem não pode comer açúcar, mas adora um docinho! Esse bolo não leva nem açúcar nem lactose e é feito com 100% cacau! Cheio de sabor!

Pão de frutas secas e passas

 

Pão de frutas secas com passas. Nada melhor que um pão quentinho para alegrar um dia chuvoso… aproveita e experimenta esse aqui, que leva castanhas, amêndoas, nozes e passas! Nham!

Pãozinho sem glúten de iaminho com ervas

 

Pãozinho sem glúten de iaminho com ervas. Ele lembra o pão de queijo mineiro mas é feito de iaminho. Fica super gostoso com as ervas (manjericão, orégano e alecrim). Ele vai congelado e você assa na hora de comer. Boa ideia para manter no congelador!

 

Pão de batata com cebola

Pão de batata com cebola. Outra opção para o lanche ou o café da manhã. O sabor da batata com o tempero da cebola vem em forma de pãozinho. Bom demais!

Biscoito Amanteigado diet (em cima) e Biscoito amanteigado de chocolate (em baixo)

Biscoito amanteigado de chocolate. Precisa falar alguma coisa? É crocante e é de chocolate. Serve para o lanche da tarde, um chá de casa nova, bebe ou lingerie.

 

Biscoito amanteigado diet. Mais uma vez, para quem gosta de doce mas deve evitar açúcar, apresento essa opção de biscoito. Muito gostoso!

 

 

 

Curso de Doces Sofisticados

Todos os Doces trabalhados hoje

Hoje eu fiz o Curso Mesa de Doces Finos e Sofisticados III com a dona do Divino Doce, Isabela Curvello. Em seis horas de aula, ela ensinou 12 doces diferentes, entre eles quindim de maracujá, verrine de Papaya com Culis de Framboesa, um doce tipo brigadeiro gourmet de tapioca, uma versão moderna e brasileira do americano Twix, dois tipos de brigadeiro gourmets (um preto e outro branco) com uns toques inusitados, um bombom de damasco com amêndoas, um bombom tipo romeu e julieta e um docinho sofisticado inspirado em uma viagem a Minas Gerais.

Os destaques da tarde ficaram por conta de três doces que, com certeza, vão entrar para o meu repertório:

Rococó: doce tipo brigadeiro gourmet de amendoim, confeitado com xerém de castanha e um coração de chocolate ao leite. Saborosíssimo!

Rococó

Dos Deuses: docinho de laranja com Curaçau e confeitado com frutas desidratadas. Totalmente inusitado!

Dos Deuses

Sweet: meu favorito! Doce de banana molinho com uma camada de ganache de canela e finalizado com um pequeno suspiro. Nham!!!

Sweet

 Para terminar esse post (e a Isabela me matar um pouquinho), essa somos nós:

 

Eu e Isabela Curvello

 

 

Um Mundo de Bolo

Você já parou para pensar em quantos tipos diferentes de bolo existem no mundo? Nos Estados Unidos, o bolo é um quitute que geralmente vem em camadas, muito similar aos nossos bolos, à proposito. Na França, são obras de arte comestíveis. Na China, quem faz sucesso é o bolo lunar. A Inglaterra é fã dos pudins. A Austrália é apaixonada pelo Pavlova. A África Ocidental fez famoso os bolos fritos de fruta.

Eu amo bolo, não importa que tipo e de que cultura. Por causa disso, estou de nova paixonite! O livro A World of Cake (Um Mundo de Bolo – sem tradução para o português) é uma coletânea feita por Krystina Castella com 150 receitas vindas dos quatro cantos do mundo.

E se você achou que minha paixonite é algo superficial, se enganou! O livro conta a história do bolo no mundo desde as antigas civilizações da China, Egito e Grécia até a o mundo globalizado de hoje.

O livro fala também sobre as “árvores genealógicas” dos bolos: a primeira receita seria o tronco e os galhos são todos os filhos dessa receita principal. Por exemplo, o estilo de bolo que mais consumimos aqui no Brasil, ela chama de “bolo tipo esponja”. A primeira receita desse tipo de bolo, segundo a autora, é o pan di spagna (pão de ló), criado, ainda no século XVI, por freiras italianas usando técnicas aprendidas com os espanhóis e ingredientes introduzidos pelos Árabes. Super cosmopolitas, essas freiras!

Na hora de apresentar as receitas, Krystina Castella as dividiu por continentes. Começando pela América do Norte, ela intitula esse capitulo de “Açúcar e pimenta e Donut são bons”. Entre as receitas desse continente estão: Red Velvet Cake (EUA),  Donuts (EUA), Bûche de Noël (Canada), Bolo de Coco (Haiti) e Bolo de Manga (Cuba).

Red Velvet Cake (EUA)

O Terceiro capitulo, intitulado “Doces de Rua e o Festival Quinaceañera de bolo” é dedicado à América Latina e inclui receitas de Churros (México), Bolo Três Leites (Nicarágua), Tamale (Nicarágua), Bolo de Fubá (Brasil) e Rocambole de Doce de Leite (Argentina).

Bolo de Fubá (Brasil)

O Quarto capitulo, dedicado a Europa Central foi chamado de “Pastelaria Artística e Café Cultural se casam”. As receitas incluem o Bolo de Ópera (França), Pão Belga (Bélgica), Rocambole Suíço com Creme da Bavária (Suíça), Bolo Floresta Negra (Alemanha) e Strudel de Maçã (Áustria).

Bolo de Ópera (França)

O Quinto capitulo é dedicado as Ilhas Britânicas e chama-se “Bolos acolhedores e Prazeres da Alta Sociedade” e incluem receitas como o Sanduiche de Bolo de Victoria (Inglaterra), Bolo da Rainha Mãe (Inglaterra), Bolo Dundee (Escócia), Bolo Simnel (Irlanda).

Bolo da Rainha Mãe (Inglaterra)

O Sexto Capitulo é chamado “O Romance entre as fritas vermelhas e o licor, cobertura e creme” e é dedicado a Escandinávia. As receitas incluem o bolo de camadas (Dinamarca), Pão de Açafrão (Suécia) e Bolo de Carnaval (Islândia).

Pão de Açafrão (Suécia)

O Sétimo capitulo, dedicado a Europa Oriental, é intitulado “Marzipã, bolo de gengibre e outros bolos de contos de fadas”. Entre as receitas, estão Torta Dobos (Hungria), Bolo de Limão com semente de papoula (Rússia), Mazurek (Polônia) e Rocambole de Nozes (Eslovênia).

Torta Dobos (Hungria)

O próximo capitulo, intitulado de “Confecções Épicas de Climas Amenos e Antigas Civilizações” é dedicado ao Mediterrâneo e inclui receitas como o Panetone (Itália), Cheesecake Romano (Itália), Torta de Santiago (Espanha), Pastel de Belém (Portugal), Rosca de Páscoa (Grécia).

Torta de Santiago (Espanha)

O Novo capitulo, chamado de “Lanche fritos e bananas crocantes” é dedicado ao continente africano e inclui receitas como o Bolo Basbousa (Egito), Bolo de Abobrinha com Amêndoa (Tunísia), Bolo Invertido de Abobora com Banana da Terra (Libéria) e o Bolo de Amendoim (Uganda).

Bolo Basbousa (Egito)

O Décimo Capitulo, dedicado ao Oriente Médio foi batizado de “Quitutes Antigos e Doces Sagrados” e, entre a receita, estão o Bolo de Noz Moscada (Armênia), Bolo de Mel (Israel), Bolo de Pistache e Água de Rosas (Irã) e o Bolo Apimentado das Divindades (Iraque).

Bolo Apimentado das Divindades (Iraque)

O Capitulo 11, intitulado de “Leites Doces, Tortas e Confecção de Doces” é dedicado ao Subcontinente Indiano e têm receitas como o Bolo de Leite (Índia), Jabeli (Bangladesh), Bolo de Cenoura com arroz e molho de iogurte (Nepal) e Bolo de leite com Abacate (Sri Lanka).

Bolo de Cenoura com arroz e molho de iogurte (Nepal)

O Decimo segundo Capitulo, dedicado ao Oriente mais aos leste, é chamado de “Doces Bons para Sua alma” e inclui receitas como o Bolo Grudento de Arroz (China), Bolo Lunar (China), Bolo de Abacaxi (Taiwan), Pão de Pêssego da Longevidade (Taiwan), Bolo de Noz Moscada (Coréia) e Bolo Mochi de Damasco com Arroz (Japão).

Bolo Lunar (China)

O Capitulo 13, chamado de “Bem Vindo as Ilhas Apimentadas” é dedicado ao Sudeste da Ásia e tem receitas como o Bolo de Tapioca com Passas (Malásia), Bolo Sorvete de Manga com Lichia (Tailândia) e Bolo Três amigos (Tailândia).

Bolo Sorvete de Manga com Lichia (Tailândia)

No Capitulo 14, dedicado à Austrália e Nova Zelândia, é intitulado de “Bolos e personagens” e inclui receitas como o Bolo de Kiwi, Macadâmia e Nozes (Nova Zelândia) e o Bolo Coala (Austrália).

Bolo Coala (Austrália)

E se você achou pouco, o livro é recheado com história dos bolos e as tradições por trás de cada um. Vamos comer bolo?

O coelhinho vai trazer…

Esse ano, o coelhinho da Páscoa passou mais cedo aqui na Patissaria para deixar algumas amostras do que ele vai entregar esse ano: ovos da Páscoa de diversos tamanhos, trufas deliciosamente recheadas, cenourinha trufada (com recheio de chocolate ao leite ou meio amargo), coelhinho de chocolate e cupcakes personalizados a escolha do cliente. Deu água na boca? Então olha aí as amostras do coelhinho:

Natal na Creche Deus Vivo

Em dezembro, minha turma de gastronomia se organizou, orientada pela Profa. Tereza Braga, e montou uma festinha de Natal em uma creche pública de Lauro de Freitas (BA). A festinha foi super divertida, com direito a cupcakes confeitados pelas crianças e Papai Noel distribuindo presentes:

Eles montaram a Árvore de Natal

Confeitaram e comeram os mini-cupcakes

Receberam Papai Noel

Tereza Braga, nossa professora e a idealizadora da ação

Com os presentes

A turma da Faculdade com as crianças

 

Superando Frustrações

Hoje eu entreguei um bolo e a cliente não gostou. A encomenda era um bolo azul e amarelo, de dois andares (o de baixo de coco e o de cima de chocolate). Era para ser com o tema do Mickey. Ela tinha me pedido umas miniaturas, que, pelo preço que cobrei, avisei que não seriam comestíveis. O primeiro problema foi que a miniatura mais barata que eu encontrei custava R$ 20,00, valor que extrapolou o orçamento dela.

Após um dia inteiro procurando algo mais em conta (entre shoppings e Av. Sete), encontrei uma vela do Mickey que, finalmente, achei uma gracinha. Pronto. Problema resolvido, certo?

Errado.

A cliente foi bem taxativa: “o bolo esta feio. Não está colorido como eu pedi. Queria o bolo azul, amarelo e verde. E mais, uma vela é só uma vela. Não é decoração. Alias, o bolo não tem decoração nenhuma. Esta feio.”

Primeiro veio uma onda de frustração. Depois veio a lembrança da minha época de hotelaria, quando eu lidava com cliente frustrado (e quem já se frustrou como cliente). Consegui mediar a situação – assim espero.

Além de mediar a frustração da cliente e a minha, o meu maior desafio dessa encomenda foi não deixar meu ego tomar as rédeas da situação quando ela disse que o bolo estava feio. Para mim, o bolo ficou simples e lindo!

Assim que ela foi embora (levando o bolo, diga-se de passagem) pensei em escrever sobre o acontecido aqui no blog. Em seguida vieram duas vozes na minha consciência – minha mãe e minha irmã – perguntando se eu devia realmente escrever sobre isso.

Parei para pensar.

(…)

Bom, esse blog não é apenas um meio de divulgar meu trabalho, mas de dividir o que estou aprendendo enquanto estou aprendendo. Já escrevi sobre projetos que me inspiram e pessoas em quem me espelho, mas nunca sobre uma frustração.

E a gente sempre aprende mais com os erros do que com os acertos. Eu já mudei muita coisa e muita receita por causa de erros e isso é ótimo, porque minhas receitas estão sempre melhorando.

Então, o que eu aprendi com minha frustração?

Transparência é tudo! É muito importante deixar claro o que eu faço e o que eu não faço. Por exemplo, quando ela me mostrou a foto do bolo, em vez de ter dito “posso fazer algo deste tipo”, eu deveria ter dito “irei me inspirar no bolo, mas ele não ficará igual”.

Eu encaro meu trabalho como uma obra de arte – por mais clean que seja. É impossível você encomendar duas obras exatamente iguais de um mesmo artista. Imagina de artistas diferentes.

Outra coisa, eu trabalho com amor. Por mais clichê que possa parecer, cozinhar para mim é um ato de doação. Coloco meu melhor em cada bolo, cada doce, cada preparação. Minha intenção é não entregar apenas uma comida gostosa e bonita, mas cheia de boas energias. Então, quando a ouvir dizer “está feio”, minha vontade foi de partir o bolo e dar uma fatia para ela experimentar. Isso não ia fazê-la achar o bolo mais bonito, mas sempre achei que as pessoas podiam sentir o sabor da energia positiva na minha comida. Eu tenho certeza que, quando esse bolo for partido, ela vai mandar um pouquinho dessa energia positiva de volta para mim!

 

Para quem ficou curioso, aqui esta o bolo

 

 

Eu saí no Jornal A Tarde!

No jornal A Tarde de ontem, 11 de dezembro de 2011, domingo, saiu uma matéria, mais especificamente, no Caderno de Emprego. A matéria foi escrita por Thiago Guimarães e as fotos tiradas por Mila Cordeiro. Quer conferir? Abaixo, além da foto do jornal, segue a matéria na integra.

O espírito empreendedor pode aflorar em situações diversas e não são poucas as vezes em que ele ganha força nos momentos de dificuldade. Foi o caso da publicitária Juliana Moreira, 27, que, ao ser demitida do antigo emprego, começou a fazer cupcakes (minibolos) em casa, para vender enquanto o tempo ruim passava. O passatempo deu tão certo que virou negócio. Hoje, com menos de dois anos de mercado, Juli já planeja sair de casa, abrir o próprio espaço e se tornar uma microempresária.

“Primeiro veio o choque. O que é que vou fazer de minha vida?”, perguntava-se Juliana quando ficou desempregada, em maio de 2010, devido a uma reestruturação interna na rede de hotéis em que trabalhava. Passado o susto, Juli decidiu que precisava fazer algo enquanto buscava emprego. Foi então que surgiu a ideia dos minibolos.

Como já fazia cupcakes nos aniversários da família, a cozinha não era novidade, muito menos um sacrifício para a jovem apaixonada por culinária; e as vendas começaram. “Na época, só para amigos próximos e amigos deles”, lembra. Após um mês de pequenas encomendas, ela percebeu que poderia vender e divulgar seu produto para pessoas fora do circulo pessoal, por intermédio de uma novidade que ainda não havia chegado em Salvador: os sites de compras coletivas.

Vender e divulgar

A dica veio de um amigo, que vivia no Rio de Janeiro. No mesmo  mês, em julho de ano passado, Juliana entrou em contato com um representante que treinava os primeiros vendedores na Bahia e fechou anúncio. “Fiz uma oferta de 48 horas na primeira semana de atuação do site por aqui e vendi 400 kits, com seis cupcakes cada”, conta a empreendedora, que garante ter conseguido entregas para trabalhar por seis meses.

Como a intenção era divulgar o produto, Juliana criou a marca Eu Cupcake Você, para apresentar um nome ao novo público e optou por vender com preço menor que o do mercado, o que diz ter sido crucial para seu objetivo. “Queria que as pessoas soubesses quem eu era, e funcionou! Até hoje recebo ligações de clientes que me viram no site de compras coletivas”, conta.

No meio tempo, Juli intensificou a divulgação na internet com o blog (julimoreira.wordpress.com) e na rede social Facebook, onde postava fotos dos produtos e se conectava com novos clientes. Com as vendas e a divulgação indo de vento em popa, a formalização da empresa virou algo inevitável. “Estava recebendo encomendas de empresas e precisava emitir nota fiscal”, conta e empresária, que, no final de 2010, cadastrou-se como microempreendedora individual no Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae).

A divulgação na internet, o preço competitivo e a qualidade foram os diferencias para o sucesso do produto

“Em Salvador, as modas acabam rápido”. Apesar de não ter em mãos uma pesquisa que indicasse isso, Juliana sempre acreditou nessa ideia. “Eu imaginava que iria continuar tendo encomendas com os cupcakes, mas sabia que as vendas iam reduzir, então, no inicio deste ano eu mudei o nome do blog para Patissaria Juli Moreira e, além dos cucpakes, comecei a trabalhar com bolos, trufas, cookies e, mais recentemente, até tortas salgadas”, diz. Foi também no inicio deste ano que Juliana ingressou na universidade de gastronomia, com o intuito de se capacitar e criar novos sabores. “Texto minhas receitas na universidade. Tenho colegas que são chefs e que me dão o ponto de vista deles como clientes exigentes que entendem de gastronomia”, conta.

Sobre a expansão do negócio, o supervisor da Central de Treinamento do Sebrae Bahia, Fabricio Barreto, acrescenta que o próximo passo deve ser a capacitação gerencial. “São três alicerces que seguram uma empresa, o operacional que ela já está buscando com a graduação; a parte comercial, que, pelo fato de ela ser publicitária, já tem alguma experiência na área, e o conhecimento gerencial-administrativo, que aconselho que ela busque. Não adianta ter um bom produto se não gerenciar bem a empresa”, explica. Hoje, com 14 receitas exclusivas e mais a possibilidade de inovar a pedido do cliente, Juliana acredita que chegou o momento de cresce ainda mais, pretende buscar o Sebrae para aixuliá-la nos próximos passos e já prepara novidades para 2012. “Pretendo criar algo que ainda não existe em Salvador”.

Dicas e lições da história da empresa
CORAGEM Iniciar um novo negócio não é tarefa fácil. É preciso ter coragem e persistir na empreitada.
PRECEPÇÃO Ter sensibilidade para perceber e aproveitar uma boa oportunidade quando ela aparece é uma ferramenta importante.
CAPACITAÇÃO Buscar uma especialização na área de produção é um ponto positivo, mas a capacitação na área gerencial e comercial também é essencial.
PESQUISA  A decisão de empreender deve vir pautada em uma pesquisa de mercado e viabilidade do negócio.
CORRER RISCOS Não dá para entrar em um negócio com medo de arriscar. O importante é tentar mensurar esses riscos.
PLANEJAMENTO Espinha dorsal de todo plano de negócios, o planejamento deve estabelecer metas que mirem nos objetivos maiores do negócio.